Procurado pelo ataque que deixou um passageiro baleado na Rodoviária de Cáceres, suspeito foi preso após operação conjunta envolvendo três estados.
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Procurado pelo ataque que deixou um passageiro baleado na Rodoviária de Cáceres, suspeito foi preso após operação conjunta envolvendo três estados.
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Uma ação conjunta das forças de segurança de Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e São Paulo terminou com a prisão de um homem suspeito de participar da tentativa de homicídio registrada no Terminal Rodoviário de Cáceres.
O investigado foi localizado na sexta-feira (4), na região de divisa entre Mato Grosso do Sul e São Paulo. Uma arma também foi apreendida e deverá passar por perícia.
O crime aconteceu em 25 de agosto. Um passageiro de 30 anos, que havia saído de Mirassol d’Oeste com destino a Cuiabá, estava em um restaurante da rodoviária quando foi surpreendido pelo atirador.
A vítima foi atingida por disparos de revólver. Depois do ataque, o responsável pelos tiros fugiu em uma motocicleta conduzida por um comparsa.
Um homem de 21 anos, apontado como possível condutor da motocicleta, foi preso ainda durante as primeiras diligências. A continuidade da investigação permitiu identificar outro suspeito, que teria efetuado os disparos.
Após o crime em Cáceres, o suspeito teria deixado o estado. As forças de segurança passaram a compartilhar informações sobre sua localização e seus possíveis deslocamentos.
Ele também é investigado por possível participação em um ataque ocorrido em 1º de setembro, em Três Lagoas, no Mato Grosso do Sul. Na ocasião, um homem morreu e outras quatro pessoas ficaram feridas após disparos em um estabelecimento.
O cruzamento das informações permitiu que as equipes acompanhassem o investigado até a região de divisa com São Paulo, onde a prisão foi realizada.
A arma encontrada durante a operação deverá ser examinada para verificar se foi utilizada no atentado da rodoviária ou em outros crimes investigados.
A prisão representa um avanço importante no esclarecimento do ataque ocorrido em Cáceres. As investigações continuam para determinar a participação de cada envolvido e esclarecer se existe ligação entre os diferentes episódios de violência.
Os investigados têm direito à presunção de inocência e as responsabilidades deverão ser definidas no decorrer do processo.