Dr. Odenilson Silva anuncia retirada da candidatura a deputado estadual por motivos de saúde e altera o mapa eleitoral de Cáceres.
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Dr. Odenilson Silva anuncia retirada da candidatura a deputado estadual por motivos de saúde e altera o mapa eleitoral de Cáceres.
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O médico e ex-vice-prefeito de Cáceres Dr. Odenilson José da Silva (PSDB) anunciou nesta segunda-feira (24) que não seguirá na disputa por uma cadeira na Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT). A decisão, segundo manifestação divulgada pelo próprio político, foi motivada por questões de saúde.
A saída provoca uma mudança imediata no mapa eleitoral cacerense. O levantamento mais recente, já com os pedidos de registro apresentados à Justiça Eleitoral, apontava 12 candidatos ligados a Cáceres para deputado estadual. Com a desistência de Odenilson, o quadro político passa a ter 11 nomes na disputa, considerada a retirada anunciada pelo médico.
Odenilson informou que tomou a decisão após avaliações pessoais e conversas com familiares, amigos e apoiadores. Ele não divulgou detalhes sobre seu estado de saúde.
Mesmo deixando a campanha eleitoral, afirmou que pretende continuar participando da vida pública e defendendo pautas relacionadas a Cáceres e à região Oeste de Mato Grosso.
O médico havia tido sua candidatura homologada pelo PSDB no fim de julho e concorreria com o número 45100. Antes do anúncio da desistência, seu registro aparecia em bases alimentadas com dados do Tribunal Superior Eleitoral como aguardando julgamento.
Há uma diferença entre o anúncio público da desistência e a atualização jurídica da candidatura. Até a consulta realizada na manhã desta terça-feira (25), não foi localizada confirmação pública suficientemente atualizada de que a renúncia já tenha sido processada no DivulgaCandContas.
Por isso, a retirada está politicamente confirmada pelo próprio Odenilson, enquanto a situação formal do registro deverá ser acompanhada nos próximos dias pela Justiça Eleitoral.
Cáceres chegou à fase de registros com 12 nomes buscando uma das 24 cadeiras da Assembleia. A quantidade vinha alimentando discussões sobre a pulverização do voto local e a dificuldade do município em voltar a eleger diretamente um representante estadual.
A saída de Odenilson reduz esse grupo para 11 candidaturas locais, embora o número ainda seja elevado. O cenário poderá sofrer novas alterações até a definição definitiva dos registros pela Justiça Eleitoral.